Google nega ligação ao PRISM

imagem top secretA bomba rebentou! 
Segundo alguns sites de informação, algumas empresas de tecnologia estão a ser acusadas de não cumprirem com a privacidade dos seus utilizadores.
Segundo o site Telemoveis.com:
Não é que já não existissem suspeitas, mas desta vez o assunto tornou-se realmente mediático: a Agência de Segurança Nacional dos EUA (SNA) tem um alegado programa secreto, chamado PRISM, que lhe permite ter acesso aos servidores das principais empresas tecnológicas norte-americanas, nas quais se incluem nomes como Google, Apple e Facebook.
Por outras palavras, isto significa que a NSA tem facilmente acesso aos e-mails, fotografias, imagens e vídeos que passam através dos servidores destes serviços. As informações já se parecem dividir a respeito dos dados de utilizadores analisados: o The Guardian afirma que são recolhidas informações de utilizadores de todo o mundo, enquanto que o The Washington Post afirma que só são analisados dados de utilizadores estrangeiros.
Este programa tem sido divulgado como PRISM e o seu conhecimento já foi oficialmente negado por porta-vozes dla Apple, Google e Facebook, que sublinham não permitir acesso aos dados dos seus utilizadores - excepto, claro está, em situações onde os utilizadores sejam suspeitos de crime e onde sejam cumpridos todos os requisitos legais para efectuar o pedido judicialmente.
Outros nomes como a Microsoft, SKype, Yahoo! e AOL, entre outros, aparecem associados ao programa PRISM.


Hoje (07-06-2013), a Google veio a público esclarecer que nunca fez parte do plano PRISM e apenas revela os dados às autoridades apenas segundo a lei, ou seja, no caso de criminalidades, terrorismo, etc.
Aqui fica o texto postado no blog do Google por Larry Page, CEO e David Drummond, diretor jurídico. Caso não perceba inglês use um tradutor:
Dear Google users—
You may be aware of press reports alleging that Internet companies have joined a secret U.S. government program called PRISM to give the National Security Agency direct access to our servers. As Google’s CEO and Chief Legal Officer, we wanted you to have the facts.
First, we have not joined any program that would give the U.S. government—or any other government—direct access to our servers. Indeed, the U.S. government does not have direct access or a “back door” to the information stored in our data centers. We had not heard of a program called PRISM until yesterday.
Second, we provide user data to governments only in accordance with the law. Our legal team reviews each and every request, and frequently pushes back when requests are overly broad or don’t follow the correct process. Press reports that suggest that Google is providing open-ended access to our users’ data are false, period. Until this week’s reports, we had never heard of the broad type of order that Verizon received—an order that appears to have required them to hand over millions of users’ call records. We were very surprised to learn that such broad orders exist. Any suggestion that Google is disclosing information about our users’ Internet activity on such a scale is completely false.
Finally, this episode confirms what we have long believed—there needs to be a more transparent approach. Google has worked hard, within the confines of the current laws, to be open about the data requests we receive. We post this information on our Transparency Report whenever possible. We were the first company to do this. And, of course, we understand that the U.S. and other governments need to take action to protect their citizens’ safety—including sometimes by using surveillance. But the level of secrecy around the current legal procedures undermines the freedoms we all cherish.
Posted by Larry Page, CEO and David Drummond, Chief Legal Officer
E você o que acha? A SNA tem acesso livre aos dados dos utilizadores?

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