Li-Fi, do inglês "Light Fidelity" (Luz, Fidelidade, tradução individual de cada palavra) refere-se a sistemas de comunicação sem fio, apenas com luz visível que empregam luz LEDs para transmitir comunicações em alta velocidade, de forma similar como acontece no Wi-Fi. A tecnologia Li-Fi pode servir de base à internet das coisas, onde tudo o que é eletrônico permanece conectado à internet, sendo que as luzes dos leds serão os pontos de acesso. O mercado Li-Fi recebeu, segundo uma taxa de crescimento anual composta, terá um crescimento de 82% de 2013 para 2018 e valerá mais de 6 bilhões de dólares por ano a partir de 2018.
Os sinais de um sistema de comunicação com luz visível (CLV), ou, em inglês, Visible light communications (VLC), funciona ligando e desligando lâmpadas em um período de nanossegundos,[4] velocidade que torna tais mudanças imperceptíveis ao olho (ouvido) humano. Embora as lâmpadas Li-Fi tenham de ser mantidas ligadas para transmitir os dados, elas podem ser reguladas (com o auxílio de um dimmer) a um ponto que é invisível para humanos, mas que mantêm a funcionalidade.[5] As ondas de luz não podem penetrar paredes, diminuindo assim o seu alcance, embora tornando mais seguro contra hackers, em relação ao Wi-fi. Linha direta de visão não é necessária para a Li-Fi transmitir sinal, e luz refletida nas paredes pode alcançar 70 Mbps.
Li-fi possui a vantagem de ser apta para uso em áreas sensíveis às ondas eletromagnéticas, como cabines de aeronaves, hospitais e usinas nucleares, pois não causam interferência eletromagnética. Ambas, Li-Fi e Wi-Fi, transmitem dados através do espectro eletromagnético, mas, enquanto que a Wi-Fi utiliza ondas de rádio, a Li-Fi emprega luz visível para esse fim. Enquanto a US Federal Communications Commission tem alertado para uma potencial crise no espectro, pois a Wi-Fi está próximo de atingir o seu limite, a Li-Fi, quanto à sua capacidade, quase não tem limites. O espectro da luz visível é 10 mil vezes maior que todo o espectro da rádio frequência. Pesquisadores alcançaram taxas de transferência de dados maiores do que 100 Gbps, valor esse 250 vez mais rápido do que a banda larga de alta velocidade. É esperado que a Li-Fi seja 10 vezes mais barata e mais amigável ao meio ambiente do que a Wi-Fi.
Li-1st é o primeiro sistema que emprega essa tecnologia. O primeiro protótipo de smartphone Li-Fi foi apresentado na Consumer Electronics Show 2014, que ocorreu em Las Vegas entre os dias 7 e 10 de janeiro. O smartphone usa SunPartner's Wysips CONNECT, uma técnica que converte ondas de luz em energia útil, tornando-o capaz de receber e decodificar sinais sem ter de extrair energia de sua bateria.
Fonte: Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Li-Fi).
Os sinais de um sistema de comunicação com luz visível (CLV), ou, em inglês, Visible light communications (VLC), funciona ligando e desligando lâmpadas em um período de nanossegundos,[4] velocidade que torna tais mudanças imperceptíveis ao olho (ouvido) humano. Embora as lâmpadas Li-Fi tenham de ser mantidas ligadas para transmitir os dados, elas podem ser reguladas (com o auxílio de um dimmer) a um ponto que é invisível para humanos, mas que mantêm a funcionalidade.[5] As ondas de luz não podem penetrar paredes, diminuindo assim o seu alcance, embora tornando mais seguro contra hackers, em relação ao Wi-fi. Linha direta de visão não é necessária para a Li-Fi transmitir sinal, e luz refletida nas paredes pode alcançar 70 Mbps.
Li-fi possui a vantagem de ser apta para uso em áreas sensíveis às ondas eletromagnéticas, como cabines de aeronaves, hospitais e usinas nucleares, pois não causam interferência eletromagnética. Ambas, Li-Fi e Wi-Fi, transmitem dados através do espectro eletromagnético, mas, enquanto que a Wi-Fi utiliza ondas de rádio, a Li-Fi emprega luz visível para esse fim. Enquanto a US Federal Communications Commission tem alertado para uma potencial crise no espectro, pois a Wi-Fi está próximo de atingir o seu limite, a Li-Fi, quanto à sua capacidade, quase não tem limites. O espectro da luz visível é 10 mil vezes maior que todo o espectro da rádio frequência. Pesquisadores alcançaram taxas de transferência de dados maiores do que 100 Gbps, valor esse 250 vez mais rápido do que a banda larga de alta velocidade. É esperado que a Li-Fi seja 10 vezes mais barata e mais amigável ao meio ambiente do que a Wi-Fi.
Li-1st é o primeiro sistema que emprega essa tecnologia. O primeiro protótipo de smartphone Li-Fi foi apresentado na Consumer Electronics Show 2014, que ocorreu em Las Vegas entre os dias 7 e 10 de janeiro. O smartphone usa SunPartner's Wysips CONNECT, uma técnica que converte ondas de luz em energia útil, tornando-o capaz de receber e decodificar sinais sem ter de extrair energia de sua bateria.
Fonte: Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Li-Fi).


